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Browsing "Sustentabilidade"

Dicas Para a Escolha do Porta-enxerto

Jan 26, 2016   //   by Pedro Tereso   //   Sustentabilidade  //  No Comments

Quando Projectamos uma vinha, tudo é planeado ao milímetro… A Ripagem, os Postes e Respectivo Sistema de Condução, o Sistema de Rega, as Plantas…Tudo… Bom Tudo? Não… Quase Tudo…P.E

Pois Temos a Sensação que a Escolha do Porta-enxerto depende em muito do que “houver disponível” no Viveirista…Assim e de forma a evitar a escassez de plantas que ocorreu durante 2014 e 2015 no mercado viveirista, há que planear, projectar e encomendar já, as plantas a plantar em 2017.

Se na escolha das castas o processo é simples, normalmente optamos pelas castas da moda, o projecto de vinha também deve necessariamente incluir a escolha do porta-enxerto mais adequado ao ecossistema vitícola, e este compreende o tipo de solo, a casta, o sistema de condução e o objectivo de produção.

O Solo e o seu pH

O pH ideal da maioria dos porta-enxertos andará entre os 5,5 e os 7, todo o solo que esteja abaixo ou acima destes valores já merece uma intervenção para alteração do pH, através da aplicação de calcário ou de enxofre consoante a situação… Mas em todo o caso, podemos optar em situações de elevada acidez, onde o alumínio está em excesso, com forte retenção de magnésio e potássio e reduzida nitrificação, sugerimos os porta-enxertos mais tolerantes de todos os disponíveis… São eles o Gravessac e o 196-17C, para além da acidez toleram solos com elevada capacidade de retenção de água, apresentam vigor aceitável e o porta-enxerto 196-17C ainda tolera a secura, sendo muito utilizado em vinhas de sequeiro e em solos de fertilidade reduzida.

Calcário Activo

Solos com reacção superior a 7, podem apresentar elevados teores de calcário activo (acima dos 17%), lembro-me dos argilo-calcários da região de Borba e aqui… Quando isto acontece… O ideal será optar por porta-enxertos resistentes ao calcário, como o 140 RU para regiões quentes e secas e o 161-49C para outras mais frescas e de solos mais férteis.

Presença de Sais

Começa a ser importante olhar para a presença de cloreto de sódio no solo e respectiva escala de resistência dos porta-enxertos, principalmente para zonas mais quentes, secas e de regadio, pois acima de valores de 1,5% só o pé franco sobrevive…

Fertilidade do Solo

Extremamente importante e factor critico para a qualidade da produção é a escolha do porta-enxerto e a sua influência no vigor, na produtividade e no grau de precocidade na maturação da casta.

De uma forma geral, os porta-enxertos vigorosos, ambas as séries Richter (99R e 110R) e Paulsen (1103P) induzem o vigor e a produtividade (mais os Richter) e por esta razão são indicados para as regiões mais quentes e secas, contrariando assim o impacto sobre o vigor.

Uma nota… Quem não conhece a múltipla rebentação do 1103P, quando enxertado em Touriga Nacional? E a sua sensibilidade à carência de Boro?… Como compreende todos estes apontamentos influenciam…

Já porta-enxertos da série Teleki (5BB), o SO4, 157-11C e o 161-49C deveram ser reservados para condições de clima húmido e solos mais profundos e férteis, porque apresentam características de menor vigor e de adiantamento da maturação.

Muitas dúvidas surgirão ao longo do processo de escolha do porta-enxerto mas tenha sempre a noção que dependendo das características de vigor, da produtividade e grau de maturação pretendida, tenho como regra que devemos evitar enxertia de porta enxertos vigorosos em castas de ciclo longo, por promover maturações incompletas e em castas de elevada fertilidade (Alicante B. por ex). Por outro lado são recomendáveis enxertias de porta-enxertos  que induzam maturações mais precoces (SO4 por ex) em castas de ciclo mais longo.

Agora… Projectar… Encomendar Plantas e Até Breve.

O nosso conceito é simples… Queremos intervir em áreas que apresentam forte impacto na sustentabilidade da sua vinha. Aumentando, se possível, a qualidade dos seus vinhos.

Entre em Contato…

 



A Fertilização do Futuro?

Fernando Pessoa em Tempos Disse “O Caminho Faz-se Caminhando…” e Após Alguns Anos de Trabalho com o NDVI, Sentimos a Necessidade de Melhorar e Complementar a Nossa Oferta de Serviços… Não Por Ser Mais um Serviço para o Nosso Portfolio, mas Porque os Nossos Clientes o Impõem com a Necessidade de Gerir a Muita Informação que Obtemos da Nossa Atividade na Vinha.

Estando o NDVI relacionado com o Vigor e este Muitas Vezes Dependente do Estado Nutricional da Vinha/Parcela, Torna-se Essencial Identificar as Zonas em Défice, de Forma a Controlar a Evolução Nutricional da Vinha, Optimizando a aplicação de Fertilizantes com a Sua Aplicação em Taxa Variável (VRT – Variable Rate Technology).Fertilização Georeferenciada

Para Alguns dos Nossos Clientes, Começa a Impor-se o Fecho do Loop da Viticultura de Precisão, que Mais não é Que Gerir toda a Informação e Lançar Mapas para a Aplicação em VRT (Variable-Rate Technology).

Onde Começámos à 3 Anos com um Simples Mapa NDVI… Hoje… Já Começamos a Pensar em Aplicação Diferenciada de Fertilizantes e Produtos Farmacêuticos.

O Caminho… Faz-se mesmo Caminhando…

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Tem Falta de Azoto Assimilável nas Suas Uvas?

Nov 17, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Como se costuma dizer, a enologia começa na vinha… E é bem verdade… Desde a Poda, com implicação na produção que esperamos obter, até à maturação da uva, com a formação de compostos importantes como açucares, ácidos orgânicos, os fenóis e os precursores aromáticos que apresentam papel importante na qualidade da uva.

Hoje falemos só do impacto do azoto na adega, porque em excesso na vinha também trás problemas… E muitos. Assim… Como todos sabemos, as práticas agronómicas adoptadas na vinha, apresentam forte impacto no equilíbrio da uva, em função do seu potencial enológico ou perfil de vinho desejado, mas uma vez vindimadas são as leveduras que jogam papel importante no perfil sensorial do vinho com o moldar de compostos secundários associados aos aromas.

Sendo o Azoto a fonte de energia das leveduras, pretendemos reduzir o risco de paragem de fermentações e de produção de compostos indesejáveis, como tal, a gestão do azoto na vinha é essencial.

A gestão do azoto na vinha passa muito pela elaboração de um balanço húmico, que mais não é que uma relação do Azoto que entra no nosso solo (resíduos de poda e folhas, adubações verdes, teor de matéria orgânica e nitratos da água de rega) e as exportações de nutrientes da cultura (pelas produções), este balanço dará origem a um plano de fertilização que permitirá descobrir a quantidade de fertilizante a aplicar para produção que prevemos para cada parcela ou área de vinha.

A contabilização do azoto torna-se assim essencial, porque as fertilizações “chapa 5” deixam de fazer sentido quando pretendemos aumentar a sustentabilidade ambiental e económica do negócio… E não esquecendo que a gestão do azoto no solo pode ter um impacto tremendo na paisagem vitícola da exploração sendo uma mais valia para os projetos associados ao Enoturismo.Imagem 264

O nível adequado pode ser difícil de atingir na vinha, mas mais difícil é, se não o contabilizamos… Acima de tudo a optimização do azoto, na vinha e na fermentação, pode contribuir para aumentar a qualidade do vinho e portanto representar um valor acrescentado.

Se pretende ter um plano de fertilização independente e diferenciado…Entre em Contato…

 



Autorizacao de Plantacao de Vinhas

Nov 16, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Sustentabilidade  //  No Comments

Compilámos a informação sobre as novas Autorizações (Direitos) de plantação de vinhas, assim e de acordo com a legislação comunitária vigente, Regulamento nº 479/2008 só se pode plantar vinha com direitos de plantação obtidos através de replantações, novas plantações em casos muito restritos e através de direitos concedidos a partir de uma reserva.

Na nova OCM vitivinícola reproduzida no Regulamento nº 1308/2013, os direitos de plantação serão substituídos pelo regime de “autorização de novas plantações”, a partir de 1 de Janeiro de 2016. Assim, a grande novidade é que pode haver novas plantações com a devida autorização, entre 1 de Janeiro de 2016 e 31 de Dezembro de 2030.

Plantação de Vinha com Maquina

No novo Regulamento, os Estados-Membros disponibilizam anualmente, autorizações de novas plantações até 1% da superfície plantada com vinha (área medida a 31 de Julho do ano anterior) e cada Estado pode, a nível nacional, aplicar uma percentagem inferior a 1% ou ainda limitar a emissão de autorizações a nível regional, para determinadas zonas elegíveis para a produção de vinhos com denominação de origem protegida, com indicação geográfica protegida ou para zonas sem identificação geográfica. As autorizações de plantação não são transmissíveis e são válidas por um período de 3 anos a contar da data da sua concessão, podendo os produtores que não as utilizem durante esse período, ser sujeitos a sanções administrativas.

Este regime de autorização de novas plantações não é aplicável a superfícies que se destinem nem exclusivamente a fins experimentais ou à cultura de vinha-mãe, às superfícies cuja produção vitivinícola se destinem exclusivamente ao consumo familiar do produtor de vinho, nem às superfícies a plantar de novo na sequência de medidas de expropriação.

No Caso das Replantações

No caso de replantações, há a concessão automática de uma autorização aos produtores que arranquem uma superfície vitivinícola, a partir de 1 de Janeiro de 2016, e que tenham apresentado o pedido. Esta autorização corresponde ao equivalente dessa superfície em termos de cultura estreme e os produtores comprometem-se a arrancar a vinha, o mais tardar, no final do quarto ano a contar da data em que tenham sido plantadas as novas vinhas.

A autorização deve ser utilizada na mesma exploração em que foi efectuado o arranque e, em determinadas zonas
elegíveis para a produção de vinhos com uma denominação de origem protegida ou com uma indicação geográfica protegida.

O Regime Transitório

São estabelecidas disposições transitórias para garantir a correcta transição entre o regime actual de direitos de plantação para o novo regime de autorizações, evitando-se assim em particular, plantações excessivas antes do início do novo regime.

Os direitos de plantação concedidos aos produtores, de acordo com o Regulamento (CE) n.1234/2007, antes de 31 de Dezembro de 2015, que não tiverem sido utilizados por esses produtores e ainda sejam válidos nessa data, podem ser convertidos em autorizações ao abrigo do Regulamento nº 1308/2013, a partir de 1 de Janeiro de 2016. Tal conversão é feita através de pedido que deve ser apresentado até 31 de Dezembro de 2015.

Até Breve

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O Que as Grandes Empresas Viticolas Fazem mas não Dizem

Hoje escrevemos sobre um tema essencial para aumentar a sustentabilidade económica do nosso negócio de produção de vinhos… Entender qual o verdadeiro valor entre Vinhos de Guarda (gama premium) e os Entrada de Gama numa empresa Vitivinícola.

O Ponto de Vista do Empresário

A meu ver a vitivinicultura é um negócio de “Status Social”,  digo isto porque a muito da “industria” passa por grandes empresários, médicos e advogados, é certo que trazem sérias mais valias ao negócio, mas entram nele com a intenção e a ilusão de produzir vinhos de alta qualidade… Esquecendo que são os entradas de gama, que dão movimento ao projecto vitivinícola… Não acredita? pergunte por exemplo às detentoras de grandes marcas, que detêm marcas de vinhos que bebemos todos os dias (não quero particularizar), qual é o impacto destes na facturação anual…?O impacto certamente é tremendo nas contas finais da empresa… Porque são para consumir todos os dias, são vinhos de combate… Enquanto vendemos 1 garrafa de gama premium saem da nossa adega 1000 garrafas de Entradas de Gama/Gama Média.

Muitas vezes é o próprio investidor/empresário que não entende esta dinâmica sobrepondo a paixão, o mediatismo que o projecto quer alcançar ao pragmatismo que o projecto deve exigir.

A meu ver, a gama Premium deve ser de âncora a todo o projeto, deve dar visibilidade pelos prémios, pelas referências na imprensa especializada e ter a capacidade de potenciar esse mesmo mediatismo.

Como a Viticultura pode Ajudar

E qual o papel da viticultura?

A viticultura joga um papel importante na diferenciação do produto e sustentabilidade do negócio, primeiro porque não posso produzir uvas de 0,50€ a entrarem em lotes de gama media/baixa e segundo… dentro da vinha, por mais pequeno que ela seja, encontro uvas “muito boas” e uvas “menos boas”, podendo por vezes esta diferença ser tremenda e a enologia prefere sempre a homogeneidade de baixa qualidade à heterogeneidade da parcela.

É essencial conhecer a parcela ou vinha, descobrir os melhores “spot’s” de uva, aqueles onde a uva apresenta as maiores quantidade de antocianas por ex. e neste aspecto o mapeamento NDVI pode ser uma grande ajuda… e uma potente ferramenta para o descobrir.

Catalogando e diferenciando qualitativamente a vinha, podemos adequar as operações culturais (mondas, rega, fertilizações, podas etc) ao potencial enológico da vinha/casta ou talhão, induzindo uma maior/menor produção consoante o destino da uva…

Como assim?

Podemos produzir bem mais em vinhas em que a uva se destina a Entradas de Gama… reduzindo assim o valor €/kg de uva… Podendo por vezes surgir surpresas… com vinhas de 10.000Kg/ha a darem origem a vinhos de guarda.

Em estilo de conclusão… O que as grandes empresas fazem mas não dizem é muito simples… Sabem perfeitamente que devem diferenciar as práticas e as técnicas na vinha, reduzindo assim o custo da uva e canalizando-a à partida para lotes de entrada de gama, aumentando assim a sustentabilidade e o valor do negócio.

Portanto se vai empreender algum negócio vitivinícola, não esqueça… Seja pragmático… Inicie com a produção de gamas mais baixas, pois estas geram retornos mais rápidos e vá crescendo o seu portefólio consoante vai aumentando o conhecimento da sua vinha…

Porque todos gostamos do reconhecimento ao nosso projeto

Quer Saber Mais Sobre Nós…  

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Vitis Campanha 2016/2017

Nov 11, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Parceiros, Sustentabilidade  //  No Comments

O IVV já definiu as datas para a apresentação de candidaturas ao regime de apoio à reestruturação e reconversão da vinha (VITIS) para a campanha 2016/2017, assim o programa decorre entre 15 de Novembro e 15 de Dezembro de 2015.

Em linha com a nova legislação (documento aqui), a submissão da candidatura ao VITIS na presente campanha, constitui um pedido de conversão dos direitos de plantação (que constam na candidatura) em autorizações de plantação.

Dimensionamento

Pode consultar o aqui Documento do IVV.

A Agrosustentável formou recentemente parceria com Plan2becompetitive, de forma a agilizar o processo de preenchimento e entrega da candidatura, como tal, para este e outros assuntos entre já em contacto.

Como Fazer um Plano de Gestão do Azoto

Out 22, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Terminado as vindimas, começamos a pensar já na próxima campanha, agora é tempo de preparar a sonda de amostras de solo e por mãos à obra…

A primeira questão que se coloca é sobre as zonas de amostragem… Para quem investiu no Mapeamento NDVI é fácil decidir onde retirar as amostras, aproveitando os diferentes segmentos de vigor, pois muito possivelmente segmentos diferentes apresentam fertilidade de solo diferente….

Dependendo da área a analisar, o investimento em análises de solo pode tornar-se avultado, assim o nosso conselho é dividir a sua área em 4 zonas de amostragem anual… Ou seja, vai repetir a análise de solo na mesma parcela, ao fim de 4 anos, como manda a legislação.

Feita a zonagem e a amostragem, e com os relatórios das análises de solo, é tempo de fazer não só o Plano de Fertilização como o plano de gestão do azoto… Que mais não é que um balanço entre a incorporação e a extracção de nutrientes no solo.

Plano de Gestão do Azoto ou Balanço Húmico

Para o plano de gestão de azoto, retiramos da análise, o teor de matéria orgânica e a densidade aparente para calcular a taxa de mineralização, na vinha é importante levantar o contributo do peso da lenha de poda,  das adubações verdes (na figura), do aproveitamento do restolho deixado à superfície do solo e dos nitratos presentes na água de rega.

A avaliação da Matéria Orgânica torna-se essencial, pois esta contribui com importantes quantidades de azoto provenientes da mineralização do composto orgânico do solo. Na generalidade são 4 a 5% dependendo do tipo de solo, da humidade e da temperatura do solo.

O Azoto proveniente da água de rega, se for o caso de regadio, pode corresponder a 1/4 da necessidade total de azoto da cultura consoante a quantidade de nitratos da análise da água de rega. Aqui terá de apurar o caudal (l/h) de determinado sector/vinha e multiplicar pelo total de horas de rega… utilizando também o valor 0,226 como factor de conversão (de nitratos para azoto).

Em caso de sementeira e incorporação à floração de leguminosas, a chamada Adubação Verde, pode e deve contabilizar também essa quantidade de azoto. Apesar de ser muito variável pela elevada dependência da matéria verde produzida pode levantar essa quantidade no metro quadrado e transpor para o hectare, não esquecendo o factor de multiplicação (65 para o caso da Ervilhaca, 80 para a Luzerna e Tremocilha e a rondar os 60 para os Trevos).

As produções e/ou as previsões são indicadores importantes para levantar as necessidades da cultura, porque sabemos a quantidade de nutrientes a incorporar no solo, para cada tonelada de uva produzida.

Caracterizado e levantado cada parâmetro, deve relacionar as necessidades (dado pelas previsões ou produções) e as incorporações que sofreu o seu solo e no fim encontrará as quantidades de nutrientes para cada zona homogénea.

Caso as necessidades não sejam suprimidas, devemos então completar a diferença, recorrendo à aplicação de adubos orgânicos, entrando para o calculo com os valores de Azoto apresentados na ficha técnica do respectivo fertilizante.

É essencial a selecção de zonas homogéneas ou manchas de solo, e abordar as produções/previsões para diferenciar a aplicação de fertilizantes, porque vinhas com produções de 5.000Kg/ha não apresentam a mesma necessidade em fertilizante que vinhas de 10.000Kg/ha…

Reduza custos e aumente a sustentabilidade da sua vinha…

Agora Mãos à Obra… Porque o Plano de Gestão do Azoto é Obrigatório na Condicionalidade e na Produção Integrada.

Mais Info… Entre Já em Contacto

Agrosustentável e a Medida 7.5 Uso Eficiente da Água

Mai 7, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Deve estar a perguntar como podemos ajudar com a sua candidatura à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui), certo? Pois é… Estamos mesmo interessados em ajudá-lo.

Temos recebidos muitos contatos a fim de dar-mos o nosso apoio à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui) e como tal decidimos desenvolver procedimentos adaptados exclusivamente à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, de forma a oferecer uma solução integrada e que responda às suas necessidades, para que não tenha grandes preocupações com os compromissos da medida 7.5… Pois é… Até acompanhamos as visitas para controlo da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Olival Aqui).

A Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água

Hoje, dia 7 de Maio de 2015 ainda existe pouca informação sobre a Medida 7.5, contudo podemos adiantar o seguinte…

Deverá controlar com a instalação de um caudalímetro, o volume de água consumido durante o período de duração da Medida 7.5 (5 anos) para fazer prova que consegue poupar 7,5% de água de uma referência da cultura.

Pensamos que este compromisso não terá grande problema em ser cumprido, pois se vai “medir” as necessidades de água da planta… mais fácil fica de “gerir” pelo aumento da eficiência e da eficácia na aplicação de água.

Outro compromisso será apresentar um Plano de Rega associado ao Balanço Hídrico da cultura, para tal precisa de um Pluviómetro e de uma Estação Agro-meteorológica para levantamento da Evapotranspiração da cultura.

Para cumprir com este ponto, temos acesso a uma rede de Estações Agro-meteorológicas que nos permite calcular as necessidades da cultura e instalamos pequenos pluviómetros para controlo da precipitação na sua exploração.Auditoria energetica

É essencial também a realização de auditorias ao sistema de rega, como resultado será emitido um relatório e as suas recomendações devem ser implementadas, a fim de aumentar a eficiência do seu sistema de rega e reduzir custos energéticos… A longo prazo só tem a ganhar…e a poupar.

Para fechar todo o ciclo, um dos nossos Parceiros está a trabalhar no sentido de ser uma entidade acreditada para realizar as referidas auditorias ao sistema de rega…

Quanto a Sondas? Bom Temos em regime de Compra ou Aluguer com opção de compra…E não podemos esquecer a monitorizaçãoPotencial hídrico de base pelo Potencial Hídrico, que no Documento Inicial da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, permite o produtor ser caraterizado como Regante Classe A

E o plano de fertilização?

Se não estiver associado à Produção Integrada (o plano é obrigatório)… também fazemos… veja Aqui como…

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Como Gerir a Rega pelo Potencial Enológico da Casta

Abr 22, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Sustentabilidade  //  No Comments

Uma das questões que levantamos durante a nossa apresentação comercial é de que… “Como podemos ser sustentáveis quando temos uvas de 0,40/0,50 € a dar origem a vinhos entrada de gama, vinhos de 1 a 2 €?”… É muitas vezes isso que acontece, normalmente a nossa vinha apresenta baixas produções (menos de 6.000kg/ha) para uma conta cultura a rondar os 2.500 a 3.000€ por ha. Acha sustentável?

Normalmente a conta cultura da vinha é pouco dinâmica e só a médio/longo prazo conseguimos poupanças com a introdução de práticas mais sustentáveis, mas como o conseguimos?

Uma das ferramentas que temos à disposição é a água, que pode ter um impato tremendo  no aumento gradual e sustentado das produções, quando aplicada corretamente e de forma eficiente induz e de que maneira… As produções e a sustentabilidade do seu negócio.

Catalogar a Vinha

A disponibilidade ou não de água em determinadas alturas do ciclo da planta, tem forte impacto na qualidade e quantidade da uva e o que pretendemos é diferenciar a sua aplicação, para nos tornar mais eficientes. Generalizando, se induzirmos um maior índice de stress ao longo da campanha de rega (até certos limites) promovemos a qualidade, caso contrário, índices de stress hídrico pouco intensos dão origem a vinhas mais produtivas… Assim torna-se essencial catalogar a vinha para induzir mais ou menos stress, consoante o potencial enológico e produtivo da vinha ou talhão.

Tal como disse, o primeiro passo será catalogar a sua vinha, olhando não só para o histórico da parcela como para o potencial da casta. Referência também para o mapeamento NDVI e a segmentação da vindima que são ferramentas muito potentes no catalogar a sua vinha, pois fornecem informação sobre a qualidade da uva, associando-a ao vigor das plantas. Descobrirá os melhores spot’s e verificará que as suas melhores uvas vêm sempre dos mesmos locais… E… Com certeza vai descobrir outros locais de elevado potencial para a produção de vinhos premium.

Diferenciar a Aplicação

Depois de levantados os locais de elevado potencial, é altura de diferenciar a gestão de rega, com a introdução de estratégias de rega adequadas à casta (brancas, tintas)e ao seu potencial enológico (entrada de gama e vinhos de guarda)… Induzir mais stress hídrico nas castas tintas que dão origem a vinhos de guarda e menos nas castas brancas e vinhas jovens.

Esta diferenciação na aplicação, permitirá aumentar a eficiência na aplicação da água de rega… Canalizando os maiores volumes para zonas que pretendemos maior produção para reduzir o custo da uva nos lotes entrada de gama…

É assim que vemos a gestão de rega na vinha… Não tratar toda a vinha por igual, mas diferenciar consoante o potencial enológico das castas.

Quer Saber Mais…Entre em Contato…



Os Nossos KPI’s

Abr 12, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Metricas e Produtividades, Sustentabilidade  //  No Comments

Qualquer gestor, na gestão da sua empresa costuma acompanhar uma série de Indicadores Chave de Performance, os chamados KPI’s (Key Performance Indicator)… E nós também temos os nossos para verificar a performance da nossa gestão de rega…Custos Energia

Um dos lemas do nosso trabalho é o “medir para gerir…” e o que pretendemos, é olhar para a nossa gestão ao longo da campanha de rega e avaliar ao fim do ano o que se passou na nossa vinha. O levantamento de diversos parâmetros (qualitativos e quantitativos) tanto da uva como da vinha e os consumos de água por parte da planta, permite-nos obter alguns KPI’s importantes para avaliar a eficiência e performance da nossa estratégia de rega.

Quais os Nossos KPI’s?

Cada “gestor de rega” deve criar os seus próprios KPI’s, aqueles com os quais se sente confortável e que gosta de trabalhar, para que de alguma forma obter uma melhoria continua na performance da sua gestão ao longo dos anos, mas… É nossa opinião que deve desde logo saber quantos litros de água gasta para produzir um quilograma de uvas e a relação entre a rega e os consumos da planta… Estes são aqueles com que nos identificamos… e bons indicadores da nossa eficiência… Como os calcula? Isso é outra conversa… Para saber mais terá mesmo que nos contactar…

Para saber mais…Entre em Contato…

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