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Browsing "Plano de Fertilização"

A Fertilização do Futuro?

Fernando Pessoa em Tempos Disse “O Caminho Faz-se Caminhando…” e Após Alguns Anos de Trabalho com o NDVI, Sentimos a Necessidade de Melhorar e Complementar a Nossa Oferta de Serviços… Não Por Ser Mais um Serviço para o Nosso Portfolio, mas Porque os Nossos Clientes o Impõem com a Necessidade de Gerir a Muita Informação que Obtemos da Nossa Atividade na Vinha.

Estando o NDVI relacionado com o Vigor e este Muitas Vezes Dependente do Estado Nutricional da Vinha/Parcela, Torna-se Essencial Identificar as Zonas em Défice, de Forma a Controlar a Evolução Nutricional da Vinha, Optimizando a aplicação de Fertilizantes com a Sua Aplicação em Taxa Variável (VRT – Variable Rate Technology).Fertilização Georeferenciada

Para Alguns dos Nossos Clientes, Começa a Impor-se o Fecho do Loop da Viticultura de Precisão, que Mais não é Que Gerir toda a Informação e Lançar Mapas para a Aplicação em VRT (Variable-Rate Technology).

Onde Começámos à 3 Anos com um Simples Mapa NDVI… Hoje… Já Começamos a Pensar em Aplicação Diferenciada de Fertilizantes e Produtos Farmacêuticos.

O Caminho… Faz-se mesmo Caminhando…

Entre em Contato…

 



Tem Falta de Azoto Assimilável nas Suas Uvas?

Nov 17, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Como se costuma dizer, a enologia começa na vinha… E é bem verdade… Desde a Poda, com implicação na produção que esperamos obter, até à maturação da uva, com a formação de compostos importantes como açucares, ácidos orgânicos, os fenóis e os precursores aromáticos que apresentam papel importante na qualidade da uva.

Hoje falemos só do impacto do azoto na adega, porque em excesso na vinha também trás problemas… E muitos. Assim… Como todos sabemos, as práticas agronómicas adoptadas na vinha, apresentam forte impacto no equilíbrio da uva, em função do seu potencial enológico ou perfil de vinho desejado, mas uma vez vindimadas são as leveduras que jogam papel importante no perfil sensorial do vinho com o moldar de compostos secundários associados aos aromas.

Sendo o Azoto a fonte de energia das leveduras, pretendemos reduzir o risco de paragem de fermentações e de produção de compostos indesejáveis, como tal, a gestão do azoto na vinha é essencial.

A gestão do azoto na vinha passa muito pela elaboração de um balanço húmico, que mais não é que uma relação do Azoto que entra no nosso solo (resíduos de poda e folhas, adubações verdes, teor de matéria orgânica e nitratos da água de rega) e as exportações de nutrientes da cultura (pelas produções), este balanço dará origem a um plano de fertilização que permitirá descobrir a quantidade de fertilizante a aplicar para produção que prevemos para cada parcela ou área de vinha.

A contabilização do azoto torna-se assim essencial, porque as fertilizações “chapa 5” deixam de fazer sentido quando pretendemos aumentar a sustentabilidade ambiental e económica do negócio… E não esquecendo que a gestão do azoto no solo pode ter um impacto tremendo na paisagem vitícola da exploração sendo uma mais valia para os projetos associados ao Enoturismo.Imagem 264

O nível adequado pode ser difícil de atingir na vinha, mas mais difícil é, se não o contabilizamos… Acima de tudo a optimização do azoto, na vinha e na fermentação, pode contribuir para aumentar a qualidade do vinho e portanto representar um valor acrescentado.

Se pretende ter um plano de fertilização independente e diferenciado…Entre em Contato…

 



Como Fazer um Plano de Gestão do Azoto

Out 22, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Terminado as vindimas, começamos a pensar já na próxima campanha, agora é tempo de preparar a sonda de amostras de solo e por mãos à obra…

A primeira questão que se coloca é sobre as zonas de amostragem… Para quem investiu no Mapeamento NDVI é fácil decidir onde retirar as amostras, aproveitando os diferentes segmentos de vigor, pois muito possivelmente segmentos diferentes apresentam fertilidade de solo diferente….

Dependendo da área a analisar, o investimento em análises de solo pode tornar-se avultado, assim o nosso conselho é dividir a sua área em 4 zonas de amostragem anual… Ou seja, vai repetir a análise de solo na mesma parcela, ao fim de 4 anos, como manda a legislação.

Feita a zonagem e a amostragem, e com os relatórios das análises de solo, é tempo de fazer não só o Plano de Fertilização como o plano de gestão do azoto… Que mais não é que um balanço entre a incorporação e a extracção de nutrientes no solo.

Plano de Gestão do Azoto ou Balanço Húmico

Para o plano de gestão de azoto, retiramos da análise, o teor de matéria orgânica e a densidade aparente para calcular a taxa de mineralização, na vinha é importante levantar o contributo do peso da lenha de poda,  das adubações verdes (na figura), do aproveitamento do restolho deixado à superfície do solo e dos nitratos presentes na água de rega.

A avaliação da Matéria Orgânica torna-se essencial, pois esta contribui com importantes quantidades de azoto provenientes da mineralização do composto orgânico do solo. Na generalidade são 4 a 5% dependendo do tipo de solo, da humidade e da temperatura do solo.

O Azoto proveniente da água de rega, se for o caso de regadio, pode corresponder a 1/4 da necessidade total de azoto da cultura consoante a quantidade de nitratos da análise da água de rega. Aqui terá de apurar o caudal (l/h) de determinado sector/vinha e multiplicar pelo total de horas de rega… utilizando também o valor 0,226 como factor de conversão (de nitratos para azoto).

Em caso de sementeira e incorporação à floração de leguminosas, a chamada Adubação Verde, pode e deve contabilizar também essa quantidade de azoto. Apesar de ser muito variável pela elevada dependência da matéria verde produzida pode levantar essa quantidade no metro quadrado e transpor para o hectare, não esquecendo o factor de multiplicação (65 para o caso da Ervilhaca, 80 para a Luzerna e Tremocilha e a rondar os 60 para os Trevos).

As produções e/ou as previsões são indicadores importantes para levantar as necessidades da cultura, porque sabemos a quantidade de nutrientes a incorporar no solo, para cada tonelada de uva produzida.

Caracterizado e levantado cada parâmetro, deve relacionar as necessidades (dado pelas previsões ou produções) e as incorporações que sofreu o seu solo e no fim encontrará as quantidades de nutrientes para cada zona homogénea.

Caso as necessidades não sejam suprimidas, devemos então completar a diferença, recorrendo à aplicação de adubos orgânicos, entrando para o calculo com os valores de Azoto apresentados na ficha técnica do respectivo fertilizante.

É essencial a selecção de zonas homogéneas ou manchas de solo, e abordar as produções/previsões para diferenciar a aplicação de fertilizantes, porque vinhas com produções de 5.000Kg/ha não apresentam a mesma necessidade em fertilizante que vinhas de 10.000Kg/ha…

Reduza custos e aumente a sustentabilidade da sua vinha…

Agora Mãos à Obra… Porque o Plano de Gestão do Azoto é Obrigatório na Condicionalidade e na Produção Integrada.

Mais Info… Entre Já em Contacto

Agrosustentável e a Medida 7.5 Uso Eficiente da Água

Mai 7, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Deve estar a perguntar como podemos ajudar com a sua candidatura à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui), certo? Pois é… Estamos mesmo interessados em ajudá-lo.

Temos recebidos muitos contatos a fim de dar-mos o nosso apoio à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui) e como tal decidimos desenvolver procedimentos adaptados exclusivamente à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, de forma a oferecer uma solução integrada e que responda às suas necessidades, para que não tenha grandes preocupações com os compromissos da medida 7.5… Pois é… Até acompanhamos as visitas para controlo da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Olival Aqui).

A Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água

Hoje, dia 7 de Maio de 2015 ainda existe pouca informação sobre a Medida 7.5, contudo podemos adiantar o seguinte…

Deverá controlar com a instalação de um caudalímetro, o volume de água consumido durante o período de duração da Medida 7.5 (5 anos) para fazer prova que consegue poupar 7,5% de água de uma referência da cultura.

Pensamos que este compromisso não terá grande problema em ser cumprido, pois se vai “medir” as necessidades de água da planta… mais fácil fica de “gerir” pelo aumento da eficiência e da eficácia na aplicação de água.

Outro compromisso será apresentar um Plano de Rega associado ao Balanço Hídrico da cultura, para tal precisa de um Pluviómetro e de uma Estação Agro-meteorológica para levantamento da Evapotranspiração da cultura.

Para cumprir com este ponto, temos acesso a uma rede de Estações Agro-meteorológicas que nos permite calcular as necessidades da cultura e instalamos pequenos pluviómetros para controlo da precipitação na sua exploração.Auditoria energetica

É essencial também a realização de auditorias ao sistema de rega, como resultado será emitido um relatório e as suas recomendações devem ser implementadas, a fim de aumentar a eficiência do seu sistema de rega e reduzir custos energéticos… A longo prazo só tem a ganhar…e a poupar.

Para fechar todo o ciclo, um dos nossos Parceiros está a trabalhar no sentido de ser uma entidade acreditada para realizar as referidas auditorias ao sistema de rega…

Quanto a Sondas? Bom Temos em regime de Compra ou Aluguer com opção de compra…E não podemos esquecer a monitorizaçãoPotencial hídrico de base pelo Potencial Hídrico, que no Documento Inicial da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, permite o produtor ser caraterizado como Regante Classe A

E o plano de fertilização?

Se não estiver associado à Produção Integrada (o plano é obrigatório)… também fazemos… veja Aqui como…

Entre em Contato…