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Browsing "Gestão de Rega"

A Fertilização do Futuro?

Fernando Pessoa em Tempos Disse “O Caminho Faz-se Caminhando…” e Após Alguns Anos de Trabalho com o NDVI, Sentimos a Necessidade de Melhorar e Complementar a Nossa Oferta de Serviços… Não Por Ser Mais um Serviço para o Nosso Portfolio, mas Porque os Nossos Clientes o Impõem com a Necessidade de Gerir a Muita Informação que Obtemos da Nossa Atividade na Vinha.

Estando o NDVI relacionado com o Vigor e este Muitas Vezes Dependente do Estado Nutricional da Vinha/Parcela, Torna-se Essencial Identificar as Zonas em Défice, de Forma a Controlar a Evolução Nutricional da Vinha, Optimizando a aplicação de Fertilizantes com a Sua Aplicação em Taxa Variável (VRT – Variable Rate Technology).Fertilização Georeferenciada

Para Alguns dos Nossos Clientes, Começa a Impor-se o Fecho do Loop da Viticultura de Precisão, que Mais não é Que Gerir toda a Informação e Lançar Mapas para a Aplicação em VRT (Variable-Rate Technology).

Onde Começámos à 3 Anos com um Simples Mapa NDVI… Hoje… Já Começamos a Pensar em Aplicação Diferenciada de Fertilizantes e Produtos Farmacêuticos.

O Caminho… Faz-se mesmo Caminhando…

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O Que as Grandes Empresas Viticolas Fazem mas não Dizem

Hoje escrevemos sobre um tema essencial para aumentar a sustentabilidade económica do nosso negócio de produção de vinhos… Entender qual o verdadeiro valor entre Vinhos de Guarda (gama premium) e os Entrada de Gama numa empresa Vitivinícola.

O Ponto de Vista do Empresário

A meu ver a vitivinicultura é um negócio de “Status Social”,  digo isto porque a muito da “industria” passa por grandes empresários, médicos e advogados, é certo que trazem sérias mais valias ao negócio, mas entram nele com a intenção e a ilusão de produzir vinhos de alta qualidade… Esquecendo que são os entradas de gama, que dão movimento ao projecto vitivinícola… Não acredita? pergunte por exemplo às detentoras de grandes marcas, que detêm marcas de vinhos que bebemos todos os dias (não quero particularizar), qual é o impacto destes na facturação anual…?O impacto certamente é tremendo nas contas finais da empresa… Porque são para consumir todos os dias, são vinhos de combate… Enquanto vendemos 1 garrafa de gama premium saem da nossa adega 1000 garrafas de Entradas de Gama/Gama Média.

Muitas vezes é o próprio investidor/empresário que não entende esta dinâmica sobrepondo a paixão, o mediatismo que o projecto quer alcançar ao pragmatismo que o projecto deve exigir.

A meu ver, a gama Premium deve ser de âncora a todo o projeto, deve dar visibilidade pelos prémios, pelas referências na imprensa especializada e ter a capacidade de potenciar esse mesmo mediatismo.

Como a Viticultura pode Ajudar

E qual o papel da viticultura?

A viticultura joga um papel importante na diferenciação do produto e sustentabilidade do negócio, primeiro porque não posso produzir uvas de 0,50€ a entrarem em lotes de gama media/baixa e segundo… dentro da vinha, por mais pequeno que ela seja, encontro uvas “muito boas” e uvas “menos boas”, podendo por vezes esta diferença ser tremenda e a enologia prefere sempre a homogeneidade de baixa qualidade à heterogeneidade da parcela.

É essencial conhecer a parcela ou vinha, descobrir os melhores “spot’s” de uva, aqueles onde a uva apresenta as maiores quantidade de antocianas por ex. e neste aspecto o mapeamento NDVI pode ser uma grande ajuda… e uma potente ferramenta para o descobrir.

Catalogando e diferenciando qualitativamente a vinha, podemos adequar as operações culturais (mondas, rega, fertilizações, podas etc) ao potencial enológico da vinha/casta ou talhão, induzindo uma maior/menor produção consoante o destino da uva…

Como assim?

Podemos produzir bem mais em vinhas em que a uva se destina a Entradas de Gama… reduzindo assim o valor €/kg de uva… Podendo por vezes surgir surpresas… com vinhas de 10.000Kg/ha a darem origem a vinhos de guarda.

Em estilo de conclusão… O que as grandes empresas fazem mas não dizem é muito simples… Sabem perfeitamente que devem diferenciar as práticas e as técnicas na vinha, reduzindo assim o custo da uva e canalizando-a à partida para lotes de entrada de gama, aumentando assim a sustentabilidade e o valor do negócio.

Portanto se vai empreender algum negócio vitivinícola, não esqueça… Seja pragmático… Inicie com a produção de gamas mais baixas, pois estas geram retornos mais rápidos e vá crescendo o seu portefólio consoante vai aumentando o conhecimento da sua vinha…

Porque todos gostamos do reconhecimento ao nosso projeto

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Agrosustentável e a Medida 7.5 Uso Eficiente da Água

Mai 7, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Plano de Fertilização, Sustentabilidade  //  No Comments

Deve estar a perguntar como podemos ajudar com a sua candidatura à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui), certo? Pois é… Estamos mesmo interessados em ajudá-lo.

Temos recebidos muitos contatos a fim de dar-mos o nosso apoio à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Vinha Aqui) e como tal decidimos desenvolver procedimentos adaptados exclusivamente à Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, de forma a oferecer uma solução integrada e que responda às suas necessidades, para que não tenha grandes preocupações com os compromissos da medida 7.5… Pois é… Até acompanhamos as visitas para controlo da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água (Resumo Olival Aqui).

A Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água

Hoje, dia 7 de Maio de 2015 ainda existe pouca informação sobre a Medida 7.5, contudo podemos adiantar o seguinte…

Deverá controlar com a instalação de um caudalímetro, o volume de água consumido durante o período de duração da Medida 7.5 (5 anos) para fazer prova que consegue poupar 7,5% de água de uma referência da cultura.

Pensamos que este compromisso não terá grande problema em ser cumprido, pois se vai “medir” as necessidades de água da planta… mais fácil fica de “gerir” pelo aumento da eficiência e da eficácia na aplicação de água.

Outro compromisso será apresentar um Plano de Rega associado ao Balanço Hídrico da cultura, para tal precisa de um Pluviómetro e de uma Estação Agro-meteorológica para levantamento da Evapotranspiração da cultura.

Para cumprir com este ponto, temos acesso a uma rede de Estações Agro-meteorológicas que nos permite calcular as necessidades da cultura e instalamos pequenos pluviómetros para controlo da precipitação na sua exploração.Auditoria energetica

É essencial também a realização de auditorias ao sistema de rega, como resultado será emitido um relatório e as suas recomendações devem ser implementadas, a fim de aumentar a eficiência do seu sistema de rega e reduzir custos energéticos… A longo prazo só tem a ganhar…e a poupar.

Para fechar todo o ciclo, um dos nossos Parceiros está a trabalhar no sentido de ser uma entidade acreditada para realizar as referidas auditorias ao sistema de rega…

Quanto a Sondas? Bom Temos em regime de Compra ou Aluguer com opção de compra…E não podemos esquecer a monitorizaçãoPotencial hídrico de base pelo Potencial Hídrico, que no Documento Inicial da Medida 7.5 – Uso Eficiente da Água, permite o produtor ser caraterizado como Regante Classe A

E o plano de fertilização?

Se não estiver associado à Produção Integrada (o plano é obrigatório)… também fazemos… veja Aqui como…

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Como Gerir a Rega pelo Potencial Enológico da Casta

Abr 22, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Sustentabilidade  //  No Comments

Uma das questões que levantamos durante a nossa apresentação comercial é de que… “Como podemos ser sustentáveis quando temos uvas de 0,40/0,50 € a dar origem a vinhos entrada de gama, vinhos de 1 a 2 €?”… É muitas vezes isso que acontece, normalmente a nossa vinha apresenta baixas produções (menos de 6.000kg/ha) para uma conta cultura a rondar os 2.500 a 3.000€ por ha. Acha sustentável?

Normalmente a conta cultura da vinha é pouco dinâmica e só a médio/longo prazo conseguimos poupanças com a introdução de práticas mais sustentáveis, mas como o conseguimos?

Uma das ferramentas que temos à disposição é a água, que pode ter um impato tremendo  no aumento gradual e sustentado das produções, quando aplicada corretamente e de forma eficiente induz e de que maneira… As produções e a sustentabilidade do seu negócio.

Catalogar a Vinha

A disponibilidade ou não de água em determinadas alturas do ciclo da planta, tem forte impacto na qualidade e quantidade da uva e o que pretendemos é diferenciar a sua aplicação, para nos tornar mais eficientes. Generalizando, se induzirmos um maior índice de stress ao longo da campanha de rega (até certos limites) promovemos a qualidade, caso contrário, índices de stress hídrico pouco intensos dão origem a vinhas mais produtivas… Assim torna-se essencial catalogar a vinha para induzir mais ou menos stress, consoante o potencial enológico e produtivo da vinha ou talhão.

Tal como disse, o primeiro passo será catalogar a sua vinha, olhando não só para o histórico da parcela como para o potencial da casta. Referência também para o mapeamento NDVI e a segmentação da vindima que são ferramentas muito potentes no catalogar a sua vinha, pois fornecem informação sobre a qualidade da uva, associando-a ao vigor das plantas. Descobrirá os melhores spot’s e verificará que as suas melhores uvas vêm sempre dos mesmos locais… E… Com certeza vai descobrir outros locais de elevado potencial para a produção de vinhos premium.

Diferenciar a Aplicação

Depois de levantados os locais de elevado potencial, é altura de diferenciar a gestão de rega, com a introdução de estratégias de rega adequadas à casta (brancas, tintas)e ao seu potencial enológico (entrada de gama e vinhos de guarda)… Induzir mais stress hídrico nas castas tintas que dão origem a vinhos de guarda e menos nas castas brancas e vinhas jovens.

Esta diferenciação na aplicação, permitirá aumentar a eficiência na aplicação da água de rega… Canalizando os maiores volumes para zonas que pretendemos maior produção para reduzir o custo da uva nos lotes entrada de gama…

É assim que vemos a gestão de rega na vinha… Não tratar toda a vinha por igual, mas diferenciar consoante o potencial enológico das castas.

Quer Saber Mais…Entre em Contato…



Os Nossos KPI’s

Abr 12, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Metricas e Produtividades, Sustentabilidade  //  No Comments

Qualquer gestor, na gestão da sua empresa costuma acompanhar uma série de Indicadores Chave de Performance, os chamados KPI’s (Key Performance Indicator)… E nós também temos os nossos para verificar a performance da nossa gestão de rega…Custos Energia

Um dos lemas do nosso trabalho é o “medir para gerir…” e o que pretendemos, é olhar para a nossa gestão ao longo da campanha de rega e avaliar ao fim do ano o que se passou na nossa vinha. O levantamento de diversos parâmetros (qualitativos e quantitativos) tanto da uva como da vinha e os consumos de água por parte da planta, permite-nos obter alguns KPI’s importantes para avaliar a eficiência e performance da nossa estratégia de rega.

Quais os Nossos KPI’s?

Cada “gestor de rega” deve criar os seus próprios KPI’s, aqueles com os quais se sente confortável e que gosta de trabalhar, para que de alguma forma obter uma melhoria continua na performance da sua gestão ao longo dos anos, mas… É nossa opinião que deve desde logo saber quantos litros de água gasta para produzir um quilograma de uvas e a relação entre a rega e os consumos da planta… Estes são aqueles com que nos identificamos… e bons indicadores da nossa eficiência… Como os calcula? Isso é outra conversa… Para saber mais terá mesmo que nos contactar…

Para saber mais…Entre em Contato…

Regulamento UE_2015_561 – Novas Plantações

Abr 10, 2015   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Mapeamentos NDVI, Sustentabilidade  //  No Comments

 

Plantação de Vinha com Maquina

Saiu o novo regulamento que aborda as questões relacionadas com as novas plantações e respetivos direitos, que agora se passam a chamar Autorizações… Contudo ao ler as noticias não nos parece que os títulos não correspondem totalmente à verdade… Continua a haver limitações impostas pelo estado, contudo este deve disponibilizar uma área mínima todos os anos. Parece-nos que os Direitos de Replantação mantêm-se sem grandes alterações além da designação mas terminam as alienações de Direitos entre privados.

Para Saber Mais Sobre o Regulamento…Download do Regulamento




 

Interpretação Imagens NDVI

Set 7, 2014   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Mapeamentos NDVI  //  No Comments

Interpretação NDVIPois é…

Hoje estivemos em Campo Maior… foi dia de entrega e interpretação das cartas/mapas NDVI.

Mapas na mão… e verificámos o porquê da heterogeneidade dos diferentes talhões.

Um dia produtivo e com muitas surpresas… Aqui fica o registo fotográfico

Como o fazemos?

Não limitamos o nosso apoio ao simples fornecimento da carta/mapa NDVI… Vamos ao campo com o produtor e procuramos soluções para os problemas encontrados nas zonas desfavoráveis do talhão.

Asfixia radicular, compactação do solo, carências nutricionais são alguns dos problemas mais comuns que esta “radiografia” detecta.

Para além da detecção de problemas, tambem estamos a associar as imagens NDVI à gestão de rega, diferenciando na vinha a qualidade dos seus vinhos… porque cada gama tem necessidades de água diferente

Queres Saber Mais? Entra em Contacto

Nós Medimos o Potencial Hídrico de Base!!!

Ago 9, 2014   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega  //  No Comments

A gestão de rega tem destas coisas… Se podemos medir o potencial hídrico de base na planta de vinha… porquê modelar a rega com recurso à estação agro-meteorológica? A estação agro-meteorológica dá-nos a indicação da evapotranspiração potencial da cultura…Ou seja não é fiável não só porque trabalha com médias como também existem imensas variáveis que a podem influenciar (evapotranspiração).

É nossa opinião, que não há nada melhor para gerir a rega do que medir, na própria planta, o stress hídrico a que ela está sujeita e o potencial hídrico de base é um excelente indicador para uma gestão correcta e eficaz na condução da rega na vinha.

Muitos trabalhos cientificos apresentam valores de potencial hídrico associado ao stress da planta e na vinha… é essencial saber ao longo do ciclo o stress que estamos a induzir à planta.

A casta e/ou o perfil de vinho que pretende obter também tem influência no stress hídrico que deve induzir. Por exemplo para castas que queira potenciar a acidez natural, não deve induzir forte stress na planta…

Quer saber mais… Entre em Contato

 

 

Potencial hidrico

 

Como Aumentar a Sustentabilidade do Seu Regadio

Abr 22, 2014   //   by Pedro Tereso   //   Gestão de Rega, Sustentabilidade  //  No Comments

Não há muito tempo deparei-me com um estudo do Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio em concluiram que no Alentejo em 75 dos sistemas de rega analisados 69 apresentavam-se abaixo dos 60% de eficiência… e 51 desses mesmos casos tinham uma má ou insuficiente eficiência energética. Dá que pensar… não dá?

Como podemos actuar para aumentar a sustentabilidade do nosso regadio?

A primeira medida será fazer uma avaliação ao sistema de rega, esta será essencial para levantar não só a eficiência energética da instalação como a eficiência de aplicação de água na parcela. Normalmente o aconselhamento de horas de rega baseia-se em valores de eficiência do sistema de rega na ordem dos 90%… e se assim não for? Estará a aplicar menos água do que pensa… Sabe efectivamente a eficiência do seu sistema de rega?

Projectar o Sistema de Rega

Para uma cultura que se vai manter a produzir por mais de 25 anos, a fase de projecto é essencial, deve investir num bom projecto de rega, um projecto à sua medida onde deve reduzir ao máximo a variabilidade espacial da parcela de vinha, delimitando sectores adequados não só à casta como à variabilidade espacial do terreno.

Sou fã dos projectos independentes… porquê? Todas as empresas estão a concorrer pelo mesmo “desenho de rega”, porque só assim pode comparar os valores das propostas. E acredite que durante o meu percurso profissional tive diferenças de 1.000€/ha entre propostas.

Eu costumo dizer “Quando vai comprar um carro também não submete o mesmo carro a vários concessionários?

Qualidade da Água de Rega

Muitas vezes não nos lembramos da qualidade da água de rega e esta joga papel importante na sustentabilidade do regadio, não só na absorção de nutrientes como no bom funcionamento de toda a instalação de rega.

Parametros como a condutividade electrica, pH, a quantidade de sólidos soluveis, nivel de nitratos podem ter forte impacto na sustentabilidade do regadio…

Por exemplo se tem uma rede de drenagem a “drenar” para uma pequena barragem ou charca uma boa medida é a criação de zonas buffer na rede de drenagem para filtrar água de escorrência provocada pela água da chuva.

Controlar fugas e entupimentos

Está é obvia… Mas muitas vezes não controlamos, para tal deve instalar medidores de caudal para verificar regularmente a quantidade de água aplicada. Se sair dos limites de caudal dos sectores regados é porque existe problemas… por exemplo se faz uma avaliação de caudal semanal e sabe que regou 5 horas no sector com um caudal de 100m3/h, o caudalimetro deve indicar um consumo na ordem dos 500m3, se assim não for… esteja preparado para problemas de entupimentos ou fugas no sistema…

Gestão de Rega

Deve encontrar maneira de medir as necessidades de água das plantas, só medindo é que consegue gerir uma ferramenta com forte impacto na qualidade das suas uvas. Existem no mercado diversos equipamentos de medição, uns de medição directa na planta outros de medição no solo e siga uma estratégia de rega independentemente se for uma estratégia baseada na evapotranspiração ou no potencial enologico das castas… O que interessa é que deve medir.

Estas são algumas dicas onde pode intervir aumentar a sustentabilidade do seu regadio, contudo não deve deixar de olhar para a sua fatura energética e pode conferir aqui como conseguimos reduzir o custo de bombagem em 37%

Para mais informações… Entre em contato

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